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Rádio-Camanducaia, falando da Praça da Bandeira para o mundoooooooooooooooooooooo!

RÁDIO – VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO E CULTURA MENOS EM CAÇAPAVA

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Todo mundo tem direito a cometer gafes e falar besteiras de vez em quando, e, que atire a primeira pedra quem nunca as cometeu ou falou alguma coisa imprópria. Mas, tê-las como marca registrada e ainda se gabar delas, é só pra boçais. E é o que acontece com o radialista Cesar Nascimento na rádio de sua propriedade. Chega a dar vergonha, aquela vergonha alheia, quando ele começa a falar.
Dizia Roquette Pinto: “O rádio é a escola dos que não têm escola. É o jornal de quem não sabe ler; é o mestre de quem não pode ir à escola; é o divertimento gratuito do pobre; é o animador de novas esperanças, o consolador dos enfermos e o guia dos sãos – desde que o realizem com espírito altruísta e elevado”.
Caçapava segue na contramão do que pregava o patrono da radiodifusão brasileira, que avaliava a funcionalidade de mídias como o rádio e o cinema de retirar parcelas significativas da sociedade de situações de miséria, visto que, segundo Roquette, “não há desengano maior do que a falta de conhecimento”.
A rádio de Caçapava está se tornando famosa e virando motivo de piadas em toda região graças a programação veiculada diariamente das 08:00 às 10:00 horas. O besteirol, chamado de jornal, invade lares caçapavenses com piadas obscenas, péssimas análises e o uso político de pobres, doentes e necessitados de ajuda. Porém, o que impressiona, agride os ouvintes e faz o patrono Roquette Pinto virar na tumba, é a destruição da Flor de Lácio que, nunca na história desta cidade viu em um só programa uma concentração tão grande de asneiras, mentiras e vigarice intelectual juntas.
Fosse só o português ruim, possivelmente o ouvinte relevasse, mas não, ali corre frouxo a mentira, a má informação e um completo desrespeito ao cidadão comum e as autoridades caçapavenses. Ali concentra o que pode ser chamada de quadrilha política, é onde se reuni gente com o firme propósito de prejudicar alguém.
Caçapava convive com essa inutilidade e nocividade política jornalística a tempos, sem se dar conta do tamanho do atraso que a emissora, através do seu principal radialista, impõe a cidade.
Asneiras? Já nos bastam as corriqueiras!

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